Composição da sessão: Des. Gaspar Marques Batista, Desa. Elaine Harzheim Macedo, Dr. Jorge Alberto Zugno, Dr. Leonardo Tricot Saldanha, Dr. Eduardo Kothe Werlang, Desa. Federal Maria Lúcia Luz Leiria e Dr. Luis Felipe Paim Fernandes

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RECURSO ELEITORAL - REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA POLÍTICA - PROPAGANDA ELEITORAL - INOBSERVÂNCIA DO LIMITE LEGAL - OUTDOORS

Dr. Jorge Alberto Zugno

CARAZINHO

AYLTON DE JESUS MARTINS DE MAGALHÃES e ALEXANDRE MOACIR CAPITÂNIO (Adv(s) Ramón Fabro Zolet)

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

Votação não disponível para este processo.

Não há relatório para este processo
Recurso. Propaganda Eleitoral. Cartazes. Art. 17 da Resolução TSE n. 23.370/2011. Eleições 2012. Sentença de condenação no juízo originário. Preliminar de ilegitimidade passiva afastada. Não há falar em ilegitimidade passiva quando a representação alcança os beneficiários da irregularidade na propaganda eleitoral. A lei eleitoral visa a coibir a propaganda com grande e imediato apelo visual, na forma de placas, faixas e outros engenhos publicitários. Conjunto probatório hábil a demonstrar que não se trata efeito visual único. Instalação de placas na fachada do comitê da coligação representada, as quais, individualmente, não excedem o limite de 4m². Provimento.
Não há memoriais para este processo
Não há sustentações orais para este processo

Por unanimidade, afastada a matéria preliminar, deram provimento ao recurso.

RECURSO ELEITORAL - AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - ABUSO - DE PODER DE ECONÔMICO - CAPTAÇÃO OU GASTO ILÍCITO DE RECURSOS FINANCEIROS DE CAMPANHA ELEITORAL - INELEGIBILIDADE - CARGO - PRE...

Dr. Leonardo Tricot Saldanha

TRIUNFO

TELMO JOSÉ BORBA DE AZEREDO (Adv(s) Alexandre Salcedo Biansini), PEDRO FRANCISCO TAVARES (Prefeito de Triunfo) (Adv(s) Adroaldo Renosto), MARCELO ESSVEIN (Adv(s) Alexandre Salcedo Biansini, Carlos Rafael dos Santos Júnior e Nei Breitman)

COLIGAÇÃO PRA FAZER A DIFERENÇA (PRB - PT - PTB - PMDB - PR - PRP - PCdoB) (Adv(s) Paulo Roberto Zonatto de Oliveira)

Votação não disponível para este processo.

Não há relatório para este processo
Recursos. Ação de Investigação Judicial. Cassação de registro. Inelegibilidade. Eleições 2012. Sentença de procedência de ação de investigação judicial eleitoral que reconheceu a prática de abuso de poder econômico e cassou os registros dos recorrentes, declarando-os inelegíveis pelo prazo de 08 anos. Matéria preliminar superada. A alegada nulidade do processo resta afastada, uma vez que o objeto da presente ação foi a análise de ocorrência de abuso de poder econômico por parte dos representados. As inconsistências destacadas pela sentença não se prestaram para verificar as contas de partido, mas foram elencadas para analisar os gastos afirmados pela defesa. Pelo mesmo motivo, resta afastada a preliminar de cerceamento de defesa, por ausência de citação do partido para integrar a lide, uma vez que não há qualquer sanção à agremiação. Também não prospera a preliminar de nulidade de sentença por "extra petita", pois a defesa oferece oposição aos fatos, e não ao texto legal. No mérito, o conjunto probatório demonstra de forma absolutamente segura a prática de abuso de poder econômico e político em prol dos recorrentes. Constatado gasto desproporcional do partido frente a despesas de anos anteriores, com movimentação de vultosa quantia, sendo parte considerável de saques efetuados "na boca do caixa". Despesas com locação de veículos, os quais foram utilizados em atos de campanha. Abuso de poder político demonstrado ante a ostensiva publicidade e divulgação de candidaturas por empresas contratadas pelo poder público para prestação de serviço aos munícipes. Enormidade de elementos que apontam para a realização de gastos irregulares na campanha com verbas da agremiação. Manutenção da cassação do registro dos candidatos da chapa majoritária, de seus diplomas e da inelegibilidade dos representados, com base no art. 22, inc. XIV da Lei Complementar n. 64/90. Determinação de realização de novas eleições majoritárias, nos termos do art. 224 do Código Eleitoral. Provimento negado aos recursos.
Não há memoriais para este processo
Não há sustentações orais para este processo

Por unanimidade, afastadas as preliminares, negaram provimento aos recursos, determinando a realização de novas eleições, nos termos do voto do relator.

Dr. Carlos Rafael dos Santos Junior - pelo recoprrente MARCELO ESSWEIN
Dr. Marco Antônio Leal - pelo recorrente PEDRO FRANCISCO TAVARES
Dr. Milton Cava Correa - pela recorrida COLIGAÇÃO PARA FAZER A DIFERENÇA
RECURSO ELEITORAL - REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA POLÍTICA - PROPAGANDA ELEITORAL - ALTO-FALANTE / AMPLIFICADOR DE SOM - PEDIDO DE APLICAÇÃO DE MULTA

Dr. Eduardo Kothe Werlang

ALVORADA

EDSON DE ALMEIDA BORBA e COLIGAÇÃO ALVORADA DE UM NOVO TEMPO (PRB - PDT - PTB - PMDB - PSL - PTN - PR - PPS - DEM - PRTB - PHS - PMN - PV - PSDB - PCdoB - PTdoB) (Adv(s) César Luís Pacheco Glöckner, Diego de Souza Beretta e Vanessa Armiliato de Barros)

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

Votação não disponível para este processo.

Não há relatório para este processo
Recurso. Representação. Propaganda Eleitoral. Art. 39, § 3º da Lei n. 9.504/97. Eleições 2012. Sentença de procedência no juízo originário com condenação ao pagamento de multa. Infração ao disposto no art. 39, § 3º, da Lei n. 9.504/97 e ao art. 9º, § 1º, inc. III, da Resolução TSE n. 23.370/2011, por veiculação de propaganda por meio de amplificadores de som a menos de 200 metros de prédio público. No mérito, é reconhecida a irregularidade da propaganda e afastada a sanção pecuniária, uma vez que não existe previsão legal que sustente a cominação de multa como determinado na sentença. Provimento parcial.
Não há pareceres para este processo
Não há memoriais para este processo
Não há sustentações orais para este processo

Por unanimidade, deram provimento parcial ao recurso, para afastar a sanção pecuniária imposta.

RECURSO ELEITORAL - REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA POLÍTICA - PROPAGANDA ELEITORAL - ALTO-FALANTE / AMPLIFICADOR DE SOM

Dr. Eduardo Kothe Werlang

ALVORADA

COLIGAÇÃO PT/PP (PP / PT) (Adv(s) Cristiano Ferreira Borges e Jussara Teresinha Pinto Mendes), JULIANO ROMAN MARINHO (Adv(s) Angelita da Rosa, Bruna Éringer Refosco, Marcelo da Rosa e Sabrina Batista Costa)

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

Votação não disponível para este processo.

Não há relatório para este processo
Recurso. Representação. Propaganda Eleitoral. Art. 39, § 3º da Lei n. 9.504/97. Eleições 2012. Sentença de procedência no juízo originário com condenação ao pagamento de multa. Infração ao disposto no art. 39, § 3º, da Lei n. 9.504/97 e ao art. 9º, § 1º, inc. III, da Resolução TSE n. 23.370/2011, por veiculação de propaganda por meio de amplificadores de som a menos de 200 metros de prédio público. Preliminar de impedimento do magistrado afastada. Comprovada a legalidade da atuação do juiz em face do poder de polícia, nos termos do art. 41, § 1º da Lei n. 9.504/97. No mérito, é afastada a sanção pecuniária, uma vez que não existe previsão legal que sustente a cominação de multa como determinado na sentença. Provimento parcial.
Não há pareceres para este processo
Não há memoriais para este processo
Não há sustentações orais para este processo

Por unanimidade, afastada a preliminar, deram parcial provimento ao recurso, para afastar a sanção pecuniária imposta.

RECURSO ELEITORAL - REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA POLÍTICA - PROPAGANDA ELEITORAL - ADESIVO - PEDIDO DE APLICAÇÃO DE MULTA

Desa. Federal Maria Lúcia Luz Leiria

SÃO LEOPOLDO

MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

COLIGAÇÃO FRENTE POPULAR REPUBLICANA e ALEXANDRE RAFAEL DOS REIS - MANO

Votação não disponível para este processo.

Não há relatório para este processo
Recurso. Propaganda eleitoral em bem particular. Art. 37 da Lei n. 9.504/97. Eleições 2012. Sentença de improcedência no juízo originário. Apesar de não existir prova do consentimento expresso do proprietário do imóvel, as características da propaganda eleitoral impedem a presunção de que tenha havido prévio conhecimento pelo candidato. Provimento negado.
Não há memoriais para este processo
Não há sustentações orais para este processo

Por unanimidade, negaram provimento ao recurso.

RECURSO ELEITORAL - AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - CONDUTA VEDADA A AGENTE PÚBLICO - CARGO - PREFEITO - ABUSO - DE PODER POLÍTICO / AUTORIDADE - PROPAGANDA INSTITUCIONAL - PEDIDO DE CASS...

Dr. Luis Felipe Paim Fernandes

TRÊS DE MAIO

COLIGAÇÃO ALIANÇA POR TRÊS DE MAIO (PT - PMDB - PSB) (Adv(s) Marlon Fernando Simon e Tiago Rossi Rodrigues), OLÍVIO JOSÉ CASALI (PREFEITO DE TRÊS DE MAIO) (Adv(s) Alexandre Chrischon Mella, Francieli Cristina Cervi, Jorge Luiz Wachter, Juarez Antonio da Silva e Vitor Seguer Sauer)

OLÍVIO JOSÉ CASALI (PREFEITO DE TRÊS DE MAIO) e COLIGAÇÃO TRÊS DE MAIO NO RUMO CERTO (PP - PDT - PTB - PPS - PR - DEM - PSD - PSDB) (Adv(s) Alexandre Chrischon Mella, Francieli Cristina Cervi, Jorge Luiz Wachter, Juarez Antonio da Silva e Vitor Seguer Sauer), ELIANE FISCHER, COLIGAÇÃO ALIANÇA POR TRÊS DE MAIO (PT - PMDB - PSB) (Adv(s) Marlon Fernando Simon e Tiago Rossi Rodrigues)

Votação não disponível para este processo.

Não há relatório para este processo
Recursos. Ação de Investigação Judicial Eleitoral. Condutas vedadas. Art. 73, da Lei n. 9.504/97. Eleições 2012. Sentença de parcial procedência da representação por conduta vedada, no juízo originário, com aplicação de multa. Preliminar de litisconsórcio passivo necessário superada. Apesar de não ter ocorrido a citação do vice-prefeito, o feito foi extinto em relação ao prefeito, o que veda o reconhecimento de nulidade, não verificado o prejuízo para a parte. No mérito, restou comprovada a prática de divulgação de atos institucionais em período vedado por lei, consubstanciada em exposição de artefatos agrícolas, em afronta ao art. 73, inc. VI, letra "b", da Lei n. 9.504/97. Provimento negado.
Não há memoriais para este processo
Não há sustentações orais para este processo

Por maioria, afastaram a matéria preliminar e negaram provimento aos recursos, vencidos a Desa. Elaine, Dr. Zugno e Desa. Maria Lúcia, que davam provimento para anular o processo.

Próxima sessão: qua, 30 jan 2013 às 17:00

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